quarta-feira, 9 de março de 2016

Engatinhando no admirável mundo blog

Manaus, 09 de março de 2016


Sempre tinha visto e lido na internet sobre blogs, vlogs e outros afins, mas não sabia como fazer e criar. Até que não foi difícil dado os avanços que nossa sociedade e o mundo virtual proporcionaram para tantas pessoas. É incrível como a escrita possibilitou que nossa sociedade, civilização ou seja lá em que lugar nós vivemos permitiu que evoluíssemos como pessoas, como comunidade e como sociedade. Meu professor de Sociologia citou que é impossível nós, seres humanos, vivermos isolados um do outro pois querendo ou não isso tira nossa consciência humana, nossa habilidades altruístas em relação ao próximo e por que não um "homicídio social".

Não estou aqui para criticar redes sociais ou falar que isso é maluquice de filósofo, sociólogo ou qualquer outro pensador da nossa pequena "Dome", gosto das redes sociais, mas me bitolar nelas e transformá-las em 6° membro do meu corpo (já basta o celular como meu 5° membro) é algo insano. Alguns pesquisadores já afirmaram que as redes sociais podem atuar como a cocaína atuar no corpo do adicto (li isso em algum lugar mas não me recordo... outro dia postarei sobre isso), se for esse o caso prefiro ficar sem elas, afinal nós já nos relacionávamos mesmo sem elas, com nossos pais, tios, avós, etc. Nossa primeira experiencia social começa em primeiro lugar dentro de nosso seio familiar. São as nossas relações familiares, a maneira como nos comportamentos com o nosso ente é quem irá definir quem somos para o resto do mundo lá fora, querendo ou não você é o reflexo do que a sua família é dentro da nossa Sociedade e como será que você se relacionará com outros indivíduos ao seu redor.

Outro dia, um amigo meu pediu pra eu "adicionar" ele pelo Facebook, fale que não podia pois joguei a Bomba H nele. Fiz isso porque um belo dia me questionei: "Por que tenho 400 contatos em meu perfil se não me comunico nem com 1/4 deles?" posso conhece-los e eles a mim  de maneira formal (trabalho, faculdade, cursinho), mas será que realmente eu o conheço para que nosso grau de relacionamento avance? Será que ele me conhece mesmo?Ou será que apenas tenho para fazer volume (o chamado Ibope) acredito que para evitar perdas de  sensibilidade humana, precisamos de mais contato familiar, mais contato fraterno a fim de que possamos desenvolver sentimentos de altruísmo e que jamais venhamos perder a nossa "humanidade" 

Bom no momento era só o que eu tinha para escrever, agradeço o seu comentário construtivo afim de que possa melhorar minha redação



abraço a todos



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